Quer falar com o curador do Guggenheim?

31 08 2010

Ele amanhã vai estar no Twitter respondendo a perguntas, assim como cerca de outros 300 curadores americanos e europeus. O grande encontro virtual é promovido pelo site noticioso colaborativo Artlog (aqui). Para participar da conversa, que já tem confirmados museus importantes como o Gugg de NY, o Art Institute de Chicago e a Tate Modern, basta seguir o @artlog no Twitter e observar a movimentação neste 1 de setembro no #askacurator.

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Gostou da ilustração moderna do passarinho do Twitter? Ela na verdade é uma animação vetorial. Roubei do ótimo Gomediazine (aqui).





Um ano!

29 08 2010

 

Nosso bolo: a performance "Pancake" (2001), de Márcia X

 

Márcia X e leite condensado

O blog faz hoje seu primeiro aniversário, contabilizando mais de 58 mil acessos. Tudo no boca a boca e no clique a clique de vocês, leitores.

Só posso agradecer pelos comentários, sugestões e críticas e também pelos shares no Twitter e no Facebook. Comemoro ainda o encontro e  o reencontro com muitos artistas e colegas através dos posts.

Que venham outros bolos, outros anos.

Obrigada e muitos beijos de glacê nesta data querida.

 

 

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Márcia X apresentou “Pancake” em 2001, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Esta artista inquieta e talentosa morreu precocemente em 2005, aos 46 anos.  Para ela, minha saudade, minha admiração e a primeira fatia desta pequena história.





E ainda mais Muybridge

28 08 2010

"Ismael e Isaac", de Clarisse Tarran (2007)

Outro trabalho brasileiro que tem a obra de Muybridge como ponto de partida. É a instalação “Ismael e Isaac” (2007), de Clarisse Tarran, interessante por usar a técnica do pioneiro da imagem em movimento para discutir conflitos entre pólos aparentemente contrários, mas no fundo muito iguais. O título do trabalho nos leva diretamente à briga entre os “brimos” árabes e judeus.

Shalom, yalla!

Para ver os outros posts sobre Muybridge clique aqui e aqui.

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Bom sábado, rumo à Leopoldina, Back 2 Black. Dançando tudo se resolve.





Mais Muybridge

25 08 2010

"Muybridgeing Muybridge", estudo para remix, 2010

Postei ontem a apropriação que a americana Cassandra C. Jones fez da obra de Eadweard Muybridge (aqui). Eis outra, assinada pelo artista Pedro Victor Brandão, um dos integrantes do coletivo carioca Opavivará.





Na garupa de Muybridge

24 08 2010

Já falei da artista americana Cassandra C. Jones aqui.  O vídeo acima é um trabalho recente, em que ela une 12 diferentes fotografias de cavalo em um looping que dá a impressão de que os animais, com pelagens diversas, são apenas um – e em movimento. O vídeo é livremente inspirado em “Daisy”, um dos mais famosos estudos de movimento feitos por Eadweard Muybridge (1830-1904). Uma das sequências de fotos está aí embaixo e para ver as imagens de “Daisy” a galope, animadíssima, é só clicar aqui.

Uma das sequências do trabalho de Muybridge





Harry Beck, o gênio do “tubo”

23 08 2010

Criador e criatura: Harry Beck com o mapa do metrô londrino

Ele é o cara: Harry Beck (1903-1974), engenheiro elétrico que criou a versão de 1933 do mapa do metrô de Londres, uma história fascinante que eu comecei a descobrir no post anterior, aqui.  A artista plástica e designer brasileira Isabel Löfgren foi quem me contou a história de Beck, que tinha 30 aninhos quando redesenhou o mapa:

Estudo de Beck para o metrô de Paris, 1951

“Ele aplicou a lógica dos diagramas de circuitos ao mapa das linhas de metrô, que a partir dele deixou de ser geográfico e passou a ficar mais geométrico, com cada ponto da rede equidistante”, conta Isabel. “A referência geográfica, além de confusa, tornara-se quase irrelevante, dado que a experiência, quando se está dentro do metrô, é mais voltada à relação de tempo e seqüência das estações e menos interessada na distância real entre um ponto e outro. Além disso, o desafio de fazer com que todas as informações necessárias coubessem em uma folha, a necessidade de legibilidade instantânea e a possibilidade do diagrama poder crescer sem abalar a estrutura visual do mapa como um todo fez com que a imagem de circuito fosse adotada. Desde então praticamente todos os mapas de metrô adotaram o mesmo princípio”.

Beck fez estudos para o mapa de Paris, em 1951 (acima, à esquerda, clique na imagem para vê-la maior). Os franceses rejeitaram esta invasão britânica e preferiram desenhar as estações da capital à sua moda, digamos assim. Mas quando olhamos o mapa atual do RATP, grupo que controla os trens de Paris (aqui), percebemos muito bem que seu DNA veio do outro lado do Canal da Mancha.

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A história do metrô de Londres tem um site. Clique aqui para conhecê-lo.





Mind the map – O metrô de Londres

23 08 2010

O mapa em 1889

O post anterior, sobre a editadíssima história do design feita por um site americano, me levou novamente ao mapa do metrô de Londres.  Depois de percorrer desenhos de várias épocas e perceber como a imagem deste traçado foi se firmando na iconografia da capital inglesa, arrisco dizer que o metrô – “The tube”, uma entidade onipresente no cotidiano dos londrinos – talvez tenha conseguido se firmar e ser exportado como modelo para cidades como Paris e Nova York graças a uma ajuda significativa de seu design.

A logomarca é um caso à parte: a mesma desde 1913, sofrendo modernizações ao longo do tempo. E foi grudada à imagem da própria cidade e de sua cultura. Ainda que preserve príncipes, a hora do chá e uma guarda da rainha usando aquele ridículo chapéu de pele de urso, Londres é sempre underground, roqueira e “A festa nunca termina” em nosso imaginário. Leia o resto deste artigo »








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