Tatiana Grinberg no Bazzar em Giz

10 02 2011

(E o pedido de licença para uma crônica doméstica)

A nova edição do Bazzar em Giz, no restaurante Bazzar, em Ipanema, recebe hoje, quinta-feira, daqui a pouquinho – a partir das 19h – exposição e projetos da artista Tatiana Grinberg. Assim como nas edições anteriores do projeto, criado pelo artista Marcos Chaves, Tatiana passou por um processo de várias etapas, em que foram escolhidos desenhos para aplicação nos jogos americanos do restaurante e em um painel da casa. Rever a obra da artista em um contexto “gastronômico”, mais próximo do cotidiano do que aquele das galerias e museus, foi como mordiscar minha própria madeleine.

E é por isso peço licença para minha crônica mais do que pessoal, que segue abaixo.

Leia o resto deste artigo »





+ Marcantonio Vilaça

10 02 2011

Zé Carioca não viajou: menos de 10% das inscrições do PMV vieram do Rio de Janeiro

Estou aguardando dados de inscrições da organização do Prêmio Marcantonio Vilaça para continuar o debate acalorado – e rico – provocado pelo post anterior (aqui).

Mas algumas coisas já podem ser ditas, outras reafirmadas.

- O Marcantonio Vilaça chega à sua 4a edição como um patrimônio do meio de arte e precisa ser reconhecido e preservado. Mas, como qualquer iniciativa, pode ser aprimorado à medida que os anos passam.

- Continuo achando que há uma desproporcionalidade geográfica e de qualidade entre os selecionados. No entanto, a partir da discussão travada com interlocutores no post anterior, percebo agora que, mais do que uma eventual preferência do júri – que também pode ter pesado -, um conjunto de outros fatores colabora de maneira crucial para distorções e desigualdades.

E o que mais faz falta?

Um melhor método para avaliar portfolios e acompanhar os artistas

Em tempos de internet, o PMV ainda recebe cópias impressas, que não contemplam, por exemplo, obras em vídeo. Estas cópias, com custos de impressão que podem chegar a R$ 150 ou R$ 200, são enviadas pelo Correio e os artistas arcam com custos de ida e volta.  Além disso, como um artista pode ter a garantia de que se expressou bem em 15 imagens e poucas páginas? “Profissionalização” é burocratização? Há formas de melhorar?

Como possibilitar que críticos e curadores acompanhem de maneira mais eficiente o que não acontece em sua cidade e seu estado? Leia o resto deste artigo »








Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 3.158 outros seguidores