Ou: uma troca de bilhetes entre Alice Shintani e esta que vos fala
“Bom portfolio”: o que é isso, exatamente? Existe aquele que é “bom” pela clareza visual e narrativa, atributos que auxiliam na identificação da qualidade e das características da obra de um artista. Mas esta é a única forma de ser “bom”? Este foi um dos meus questionamentos na série de posts sobre o Prêmio Marcantonio Vilaça este ano. Foi por causa deles que criei o Banco de Portfolios, tateando uma forma de tornar o contato entre artistas e curadores algo mais constante. Pelo menos comigo – comemoro batendo palminhas (clap, clap, clap) – já está funcionando.
Esta foi, também, a inquietação da artista paulista Alice Shintani ao deixar um comentário aqui no blog. Ela cutucou o meu desconforto, o que me fez responder imediatamente. Precisamos ser mais artísticos e menos técnicos nos júris e premiações. Dá para fazer isso? Como? Sintam-se cutucados, também.
Eis nossos bilhetes:








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