Carolina e Luiza na Biblioteca

15 04 2011

Uma das fotos da série "Sobre umbrais e afins", de Luiza Baldan

Carolina Ponte: tecendo mundos

O catálogo da individual de Carolina Ponte na Zipper, em São Paulo, e o folder de Sobre umbrais e afins, exposição de Luiza Baldan na Plataforma Revólver, em Lisboa, são as novidades na nossa Biblioteca Virtual. Esta segunda mostra teve curadoria de Felipe Scovino, que assina o texto sobre a artista. O catálogo de Carolina tem apresentação escrita por esta que vos fala.

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Já temos publicações de artistas como Daniel Senise, Suzana Queiroga, Nuno Ramos, Tatiana Blass e Ana Holck em nossa Biblioteca Virual.

Colabore com a ampliação do acervo, mandando sua publicação que teve distribuição gratuita, seja ela folder, catálogo ou livro. Para saber como, clique aqui.





Os 10 primeiros portfolios

21 02 2011

 

"Isolante (cadeiras)", uma das obras de Marcius Galan

Existe aquele ditado que insiste em dizer que os últimos serão os primeiros, mas aqui no blog os primeiros é que são os primeiros mesmo. Inauguramos oficialmente o nosso Banco de Portfolios com os artistas que estiveram na “vanguarda” do envio, só para brincar com um termo da arte que hoje em dia só deve ser usado como piada ou História.

Destaco aqui os 10 portfolios que estrearam o e.mail do Banco (banco.portfolios@gmail.com), em ordem alfabética: Alice Shintani, Ana Holck, Daniel Lannes, Fabio Tremonte, Jaqueline Vojta, Luiza Baldan, Marcius Galan, OPAVIVARÁ!, Rafael Perpétuo e Raul Leal.  Veja cada um deles na barra de navegação aí em cima, que sofrerá atualizações mesmo quando não falarmos de nenhum portfolio específico na home. Fiquem de olho.

A imagem do post também foi escolhida segundo um critério: está no portfolio do primeiríssimo a nos mandar seu arquivo – Marcius Galan. Um dos 30 pré-selecionados pelo Prêmio Marcantonio Vilaça deste ano, Galan foi um dos artistas da 29a Bienal de São Paulo e um dos finalistas da 1a edição do Prêmio PIPA, realizadas em 2010.

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Luiza Baldan e a Barra da Tijuca

31 01 2011

Um dos momentos de "De murunduns e fronteiras"

Este é o texto que fiz para o trabalho de Luiza Baldan na exposição Mapas invisíveis. A artista se debruçou sobre a Barra da Tijuca, mais precisamente sobre o condomínio de alta renda conhecido como Península. Assista ao vídeo De murunduns e fronteiras e conheça outros trabalhos de Luiza Baldan clicando aqui.

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O bote ficou fora de alcance, na praia do leste. O que perco não é muito: saber que não estou preso, saber que posso partir da ilha; mas alguma vez pude ir embora?

Adolfo Bioy Casares, A invenção de Morel.

De murunduns e fronteiras, trabalho de Luiza Baldan para Mapas invisíveis, destaca e aprofunda questões fundamentais da obra da artista a partir de um mergulho na Barra da Tijuca, especificamente no conjunto de condomínios de alta renda conhecido como Península. Baldan começou sua trajetória através da fotografia, embora desde o início taxá-la como fotógrafa significasse uma redução de seu campo de interesses. Ainda que a fotografia ainda seja seu suporte mais frequente, a artista não empenha sua atenção nas questões inerentes à reprodutibilidade das imagens. A fotografia – assim como o vídeo, que ela experimenta nesta exposição – é um meio para que ela fale de sua relação cada vez mais direta com o espaço, não só no que ele tem de escultórico, mas, sobretudo, como um campo de experimentação de tempos distintos a partir do confronto com sua memória.

Uma das imagens da série "Natal no Minhocão" realizada em 2010 no Pedregulho

Para realizar De murunduns e fronteiras, a artista morou durante o mês de agosto de 2010 em um apartamento da Península.[1] Nesse período, circulou pelas áreas comuns do conjunto de prédios, como jardins e playgrounds, e usou o serviço de transporte do condomínio. Ao propor essa residência, Baldan pretendia dar continuidade a uma experiência vivenciada no Conjunto Habitacional Prefeito Mendes de Moraes, o Pedregulho, em Benfica, onde passou cerca de 30 dias em dezembro de 2009. A partir da convivência com os moradores desse condomínio extremamente popular, ela criou a série de fotos Natal no Minhocão, além de produzir um conjunto de imagens que são indissociáveis de um texto escrito durante a temporada em Benfica. Parte de sua dissertação de mestrado, “Lugares que habitam lugares”,[2] tratava exatamente da importância que este texto passou a ter na sua pesquisa. Um discurso não linear e sem compromisso com o relato fidedigno dos acontecimentos, que fundia o confronto com um novo lar, provisório, nômade, com o repertório das inúmeras casas onde a artista viveu ao longo dos anos.

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Mapas invisíveis

11 08 2010

A Avenida Rio Branco nos anos 1920

Faço a curadoria da exposição “Mapas invisíveis”, que será inaugurada no dia 8 de novembro, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro. O blog da mostra vai acompanhar a produção dos trabalhos inéditos de 12 artistas:  Alexandre Vogler, Angelo Venosa, Anna Bella Geiger, Daniel Senise, Daisy Xavier, Luiz Alphonsus, Luiza Baldan, Opavivará, Paulo Vivacqua, Rosângela Rennó, Suzana Queiroga e Thiago Rocha Pitta.

Para ler o texto de apresentação, clique aqui.





Além do horizonte

17 07 2010

Vista da exposiçao, com trabalhos de Álvaro Seixas (à esquerda), Bob N e Danielle Carcav

Este é o texto de apresentação da exposição “Além do horizonte – Paisagens contemporâneas”, que reúne 12 artistas – Álvaro Seixas, Bob N, Bruno Miguel, Danielle Carcav, Deborah Engel, Estela Sokol, Gisele Camargo, Leo Ayres, Luiza Baldan, Pedro Varela, Rafael Alonso e Raul Leal – na Galeria Amarelonegro, em Ipanema.

A curadoria é desta que vos fala e este é um texto singelo, ligeiro. O catálogo virtual com comentários sobre a obra de cada um dos participantes será lançado aqui, neste blog, antes do término da mostra, que fica em cartaz até 13 de agosto. Passem lá!

A foto deste post é de Nara Reis.

Leia o texto na íntegra abaixo

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O horror, o horror

19 01 2010

A artista  Luiza Baldan flagrou este cartaz da Piraquê com todas as novas embalagens dos biscoitos reunidas. Não fique culpado se você não reconheceu, é difícil mesmo:  o terceiro da esquerda para direita é o Queijinho, vulgo Bolinha. E o seguinte é o Presuntinho. Ou o que restou dele.  Leia aqui para entender porque isso é uma catástrofe.

O cartaz também é uma peça gráfica tenebrosa, não acham?





Lindeza

23 10 2009

luiza baldan cao

Luiza Baldan, em homenagem a Cao Guimarães.

São Cristóvão, Rio de Janeiro.








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