O Metropolitan Museum de Nova York dá um claro sinal de que a arte contemporânea é uma de suas maiores apostas em 2012. Sheena Wagstaff, curadora-geral da Tate Modern desde 2001, acaba de ser contratada para repensar o departamento de arte dos séculos 20 e 21 do museu norte-americano. Em Londres, ela foi responsável por grandes exposições realizadas pela Tate nos últimos anos: Eva Hesse, Barnett Newman, Edward Hopper e Jeff Wall, entre outros.
Esta não é a única mudança feita pelo diretor do MET, Thomas Campbell. Contrariando o organograma criado por seu antecessor, Philippe de Montebello, que jogou a arte moderna e a arte contemporânea no mesmo departamento de pintura do século 19, Campbell atribuiu novas divisões e responsabilidades. Os acervos de impressionistas e pós-impressionistas franceses, por exemplo, não serão mais pensados pelos mesmos curadores que lidam com artistas como Jasper Johns e Roy Liechtenstein.
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Decisão sábia, a meu ver. Especialização em excesso emburrece, mas lidar com tudo é o mesmo que lidar com nada. Um pouco de foco é sempre bom.
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(A partir do The New York Times)










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