
Tatiana Blass apresenta três trabalhos, entre eles o vídeo da performance "Fala no chão", que silenciou um piano com cera na última Bienal de São Paulo
Abre hoje, no Museu de Arte Moderna, às 15h, a mostra dos finalistas do prêmio PIPA: André Komatsu, Eduardo Berliner, Jonathas de Andrade e Tatiana Blass.
Estive no MAM durante a montagem e acho que a disputa deste ano vai ser dura.
Os artistas ganharam espaço maior e melhor – saíram do foyer, o que prejudicava muito sua visualização, para a área contígua ao Salão Monumental, no segundo andar – e responderam à altura. Komatsu, finalista do Prêmio Marcantonio Vilaça junto com Jonathas de Andrade este ano, apresenta três trabalhos fronteiriços entre a instalação e a escultura; Berliner, também premiado com o Marcantonio Vilaça, na edição passada, mostra uma série de pinturas de várias dimensões; Andrade, que está no Egito em uma residência artística levou para o MAM um trabalho em que se apropria de um diário encontrado no lixo, e mistura as anotações contidas nele a fotos de várias cidades do mundo, transformadas em uma cidade única, indistinta; Tatiana participa com três obras: uma pintura, um vídeo que mostra a performance Fala no chão – Piano, realizada na última Bienal de São Paulo, e uma escultura de cera, que vai derreter sob um holofote durante o período da mostra e revelar uma coluna vertebral de bronze.
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Se tudo der certo, repetiremos aqui a série de entrevistas que fizemos ano passado. Este ano, espero, com a participação dos quatro artistas. Ano passado apenas três participaram, mas acho que valeu muito a pena lê-los. Não lembra? Clique aqui, aqui e aqui. Até!










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