Tatiana Blass, música e silêncio

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Tatiana Blass criou o grande acontecimento da noite de abertura da 29a Bienal de São Paulo, que começou às 19h de ontem e terminou quando já era hoje. Piano mudo foi um duelo entre a música e o silêncio, entre a arte e a violência. Um pianista tocou um concerto de música clássica enquanto dois homens jogavam parafina derretida no piano de cauda. Enquanto a cera esfriava, as teclas iam endurecendo, até calar o instrumento. Os vestígios da performance – piano e parafina já seca – permanecem na Bienal até o fim da mostra.

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As fotos são desta que vos fala e de Álvaro Seixas.

5 thoughts on “Tatiana Blass, música e silêncio

  1. […] Tatiana está com impressionante individual na Sala A Contemporânea, do CCBB. Fim de partida reúne uma instalação com bonecos de cera, inspirada pela peça homônima de Samuel Beckett, além de pinturas que fazem referência ao teatro e ao palco, um tema renitente na trajetória da artista paulistana. Ela realizou no ano passado uma excelente exposição na Galeria Milan e um dos trabalhos brazucas mais comentados da última Bienal (relembre aqui). […]

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  2. Eu fui à bienal e vi esse piano, ficou a coisa mais linda, porém não dá mais para tocá-lo. É realmente uma obra impressionante de tão linda que ficou

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