Anna Bella na cabeça

O cabeçalho do blog mudou e é uma homenagem a Anna Bella Geiger, uma das participantes da exposição Mapas invisíveis. Mais experiente de todos selecionados para a mostra, a artista, sempre inquieta, explorou a Praça Mauá e adjacências com o trabalho Zona Portuária com águas do mar, que você vê acima.

Ao abordar a região como uma espécie de gênese do Rio – que se transforma no que ele é a partir do momento que se abre para a chegada do Outro, do estrangeiro que vem pelas águas – Anna Bella tratou o porto como âncora desta cidade-projeto.

 

Encontro de gerações: Anna Bella na abertura da mostra, com os bolos do Opavivará! sobre Madureira

Na montagem da exposição, a curadoria também procurou fazer do  trabalho de Anna Bella uma espécie de porto. Depois de passar pelas propostas de Rosângela Rennó (Saara) e Paulo Vivacqua (São Cristóvão), que exploram outros sentidos além da visão com muita força e propriedade, a primeira imagem que o visitante vê é a gravura gigantesca de Anna Bella, ladeada por um pequeno vídeo e citações de David Harvey e Oswald de Andrade. (Leia mais sobre o trabalho aqui)

É no trabalho da artista que nosso olho aporta, com a imensidão azul e futurista proposta por ela servindo como cartão de visitas para o nosso passeio sobre o Rio.

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Que nosso Riozinho de Janeiro possa ter marola e  brisa depois destes dias de ressaca.

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