Paulo Nenflídio, música da água

Há muito venho me surpreendendo com o trabalho de Paulo Nenflídio. Sua proposta para a exposição Paralela, organizada por Paulo Reis como programação complementar à da última Bienal de São Paulo, foi sem dúvida um dos destaques do circuito off da capital paulista no período. A água norteou todo o trabalho de Reis, com obras de um conjunto de artistas postadas logo na abertura do galpão na Luz – Nenflídio, Laura Vinci, Pedro Motta, Marcos Chaves, Sandra Cinto, Thiago Rocha Pitta e Márcia Xavier – norteando o leme da seleção, já vista como um termômetro do que há de melhor nos catálogos das galerias brasileiras.

A água também tinha papel importante na individual de Nenflídio n´A Gentil Carioca, em agosto de 2010. Nela estava Monjolofone, que você vê no vídeo acima. Trata-se um xilofone movido a água… de monjolo. Usar a água e seu fluxo como forma de marcar a música – e o tempo – é uma das coisas mais bonitas que vi e ouvi nos últimos tempos.

3 thoughts on “Paulo Nenflídio, música da água

  1. Muito bonito mesmo, Dani. Me lembrou aquelas experiências nas aulas de Ciências, onde se montam aquelas estruturas tipo “armadilhas” (vide abertura do Rá-tim-bum hahaha).

    gostei do vídeo também, do ambiente, no aconchego, junto com o barulhinho da água…

    Abraços!

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