Não é preciso compreender

Tenho vivido dias em que poucas palavras têm sido o melhor caminho – aqui no blog e na vida.

Por isso deixo vocês com uma entrevista de Gilles Deleuze em que o filósofo e especialista em semiótica afirma que, para ler Nietzsche ou ver um quadro de Gaugin, nem sempre é preciso que se compreenda. Mas é preciso que se saiba, se apreenda, que haja empatia.

Escrevo enviando um carinho para a galerista Juliana Freire, da Emma Thomas, aqui de São Paulo, onde estou. Juliana, um contato profissional recente, se tornou uma grande admiração. Ela intui com naturalidade antes de destrinchar e compreender – e é desta empatia com a arte e com o conhecimento que fala Deleuze na entrevista do vídeo.

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Aproveito, ainda, para lembrar aos amigos paulistas: Só para os raros, só para loucos!, exposição que também é minha, abre hoje, na galeria Jaqueline Martins (aqui). Esperamos vocês lá.

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