Quebrando o gelo

Depois de dias frios e silenciosos, em que enfrentei uma São Paulo com meteorogia bipolar; escrevi o texto para o futuro catálogo de  A morte das Ofélias, de Estela Sokol, em cartaz na Anita Schwartz; e sofri – no melhor dos sentidos – vendo Melancolia, de Lars von Trier, começo a furar a geleira.

O solzinho que aquece o Rio anuncia o momento que este blog vai voltar a se agitar. Estava sem tempo para escrever, pois venho organizando acervos dentro e fora de mim. Vocês me desculpam, certo?

A partir de hoje vamos circular pela ArtRio, falar dos últimos dias da exposição de James Kudo na Pauliceia, entrevistar Bruno Miguel sobre sua individual Have a nice day!, falar sobre a finalíssima do Prêmio PIPA.

Vem coisa boa por aí, espero vocês nesta viagem.

Ah, em breve vamos estar de roupa nova: o blog está sendo redesenhado pelos craques da Piloti e vai ganhar novas ferramentas e domínio próprio.

One thought on “Quebrando o gelo

  1. Fico feliz com as notícias e com o dinamismo do seu trabalho! Continuo acompanhando seus textos, sempre muito pertinentes e muitas vezes, surpreendentes!!!! Entre grandes notas musicais, às vezes há o espaço do silêncio, tão importante nos ciclos naturais e ritmos de nossa vidas. Acompanharei sempre – grande abraço, sucesso, sucesso e mais sucesso pra Vc!!!

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